PRINCIPAL

 

 

1 - INTRODUÇÃO

A metalografia é descrita pela ASM como “a ciência relacionada à estrutura dos metais e suas ligas revelada a olho nú ou utilizando-se equipamentos como microscopia ótica, microscopia eletrônica e técnica de difração de raio X”.

O exame para revelar a microestrutura de um metal por meio óptico, envolve três etapas: obtenção de uma superfície plana e polida, ataque da amostra com reagente adequado e observação com microscópio.

            A revelação microestrutural tradicional emprega, em geral, solução corrosiva de ácido em álcool produzindo imagens fotográficas em tons aproximadamente cinza, resultado da corrosão diferencial que ocorre, nos contornos de grão, nas interfaces entre fases e, também, das diferentes taxas de corrosão das diversas fases.

A aplicação do ataque colorido nas diferentes microestruturas é muito utilizado. Este tipo de ataque proporciona diferentes colorações no mesmo material, nos permitindo observar sua diferença de orientação cristalográfica e composição química de seus grãos, além de fornecer um aspecto visual excelente.

Para a utilização de tal ataque é necessária que sua preparação e a da amostra que sofrerá o ataque sejam cuidadosas de forma a se obter um resultado final satisfatório.

 

2 - CONSTITUIÇÃO DE CORES 

            A paleta de cores clássica possui dezesseis cores que, combinadas, se multiplicam, resultando em um universo de novas cores e tonalidades (Tabela I).

Branco Titânico

Verde inglês
Amarelo ocre claro dourado Verde vessie
Amarelo limão Azul ultramar escuro
Amarelo de cádmio Azul cobalto
Amarelo nápoles Verde esmeralda
Alaranjado de cádmio Terra de siena
Vermelhão chinês Vermelho veneza
Carmin ou alisarim Terra de sombra queimada

Tabela I - Cores Básicas

             As cores primárias, vermelho, amarelo e azul, misturadas entre si, resultam nas cores complementares.
          Quando se misturam 50% de cada uma das cores primárias, forma-se a média. Ao aumentar a porcentagem de uma das cores o resultado vai ser uma alteração cromática. As tonalidades vão então variar com a composição química de cada cor (pigmento). Esta escala tonal é diferente da escala cromática. Quando o pigmento é puro diz-se que a cor é saturada.

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